Como a Fórmula 1 superou crise e se tornou um negócio de R$ 85 bilhões
MatériaMais Notícias
da brdice: A Fórmula 1 é um caso de sucesso no mundo dos negócios esportivos. Em menos de 10 anos sob nova gestão, a categoria de automobilismo superou uma crise comercial para alcançar a marca de R$ 85 bilhões em valor de mercado, segundo estimativa da Forbes.
Mas, afinal, o que está por trás desta valorização recente? Quais fatores explicam o sucesso da F1 nos últimos anos? Abaixo, o Lance! Biz apresenta os principais pontos.
➡️ Acompanhe os negócios no esporte em nosso canal. Siga o Lance! Biz no WhatsApp
continua após a publicidadeRelacionadasFinançasQuanto o Manchester City vai receber pelo título da Premier League?Finanças19/05/2024FinançasO que o valor da venda de Estêvão representa para as finanças do Palmeiras?Finanças19/05/2024FinançasCristiano Ronaldo ou Messi: quem fatura mais com salários e patrocínios?Finanças19/05/2024
da prosport bet: 💰 A compra da Liberty Media
A Liberty Media, empresa com sede nos Estados Unidos, comprou a Fórmula 1 em 2017 por US$ 4,6 bilhões e fez uma série de mudanças dentro da categoria, que era considerada “ultrapassada” em questões comerciais e digitais.
📺 Novos conteúdos trazem novos públicos
Pode-se dizer que o grande sucesso recente da F1 está apoiado em dois pilares principais: (1) a transformação de um negócio de esportes em entretenimento e (2) a estratégia de marketing que se orientou para o digital e para mídias sociais.
➡️ Tailândia conversa para receber etapa da Fórmula 1 em circuito de rua
Em busca de novas audiências, a Liberty Media criou conteúdos para aproximar o público dos bastidores da categoria. O produto mais famoso é a série Drive to Survive, em parceria com a Netflix, que se tornou um sucesso no mundo inteiro.
We're still not over this 😍
Sebastian Vettel's Imola tribute to Ayrton Senna and Roland Ratzenberger will live long in the memory#F1 #ImolaGP pic.twitter.com/SnA7nb5D35
— Formula 1 (@F1) May 20, 2024
Além do crescente interesse digital, a presença de torcedores nas corridas também aumentou nos últimos anos, chegando a um total de 6 milhões de pessoas em 2023. Já o número de seguidores nas redes sociais supera os 70 milhões.
Novas receitas e interesse saudita
Diante do crescimento do interesse público, especialmente na Ásia e nos Estados Unidos, o calendário da Fórmula 1 ganhou novos Grandes Prêmios nos últimos anos, como os de Las Vegas, Qatar e Miami, por exemplo. São locais dispostos a pagar uma fortuna para ter um espaço na categoria.
continua após a publicidade
Em paralelo, empresas também passaram a investir cada vez mais em patrocínios. Como resultado, as receitas da Liberty Media com a F1 chegaram a US$ 3,2 bilhões (R$ 16,3 bilhões) em 2023, um incremento de 25% em relação ao ano anterior.
Uma prova do bom momento da F1 no ramo dos negócios aconteceu ano passado, quando o Fundo Soberano da Arábia Saudita (PIF) considerou fazer uma oferta de US$ 20 bilhões (cerca de R$ 100 bilhões) para comprar a categoria da Liberty Media. A ver as cenas dos próximos capítulos…
continua após a publicidade
Tudo sobre
F1 2024Fórmula 1